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O filme “Meu nome é Bagdá”, segundo longa da cineasta Caru Alves de Souza (De Menor), e produção de Rafaella Costa (Manjericão Filmes), ganha suas primeiras exibições durante o 70° Festival de Cinema de Berlim (@berlinale), na mostra Generation 14plus, dedicada a retratar a realidade de jovens ao redor do mundo.

O filme gira em torno de Bagdá, personagem central do longa interpretado pela skatista e atriz Grace Orsato, uma garota de 17 anos que vive na Freguesia do Ó, bairro da periferia da cidade de São Paulo.  No elenco estão ainda Gilda Normacce, a cantora e atriz Karina Buhr e a drag queen Paulette Pìnk.

Com o elenco e equipe composto em sua maioria por mulheres, Meu nome é Bagdá já tem contrato de distribuição internacional firmado com a Reel Suspects, empresa francesa que detém em seu catálogo produções assinadas por nomes como Jean-Luc Godard, Chris Marker e Alain Robbe-Grillet.

A diretora Caru revelou-se na direção de elogiados curtas-metragens (“Assunto de Família”, “O Mundo de Ulim e Oilut”), documentários e séries. Seu primeiro longa-metragem, “De Menor” (2013), foi eleito como melhor filme no Festival do Rio, tendo conquistado ainda o prêmio do público para melhor atriz no Festival de Marseille (França), o Prêmio APCA de melhor fotografia e o prêmio de melhor atriz no Festival de Cuiabá.

 

Entrevista com Grace Orsato (@grace_disgrace):

Como surgiu o convite pra participar do filme?

Eu vinha procurando algo nesse sentido de atuar, fiz uns testes de publicidade, mas estava meio perdida. Um dia estava na Praça Roosevelt, bem cedo, bem triste, andando de skate sozinha. Aí chegou a Paula Preta, produtora de elenco, e nos avisou de um teste, com endereço, data. Ninguém botou muita fé, a gente achou ela doidona, como se estivesse querendo tirar uma com a nossa cara. Mas fomos no teste, e lá vimos que era sério. Eu não sabia exatamente pra que personagem estava sendo testada. Primeiro fiz o teste pra Vanessa, que acabou sendo a personagem que a Nick Batista interpreta. Acabei passando pra ser a própria Bagdá. Depois vieram uma série de ensaios, preparação de elenco com a maravilhosa Marina Medeiros. Ninguém do skate havia atuado antes, ela foi dando uma série de dicas, foi bem massa.

Do que trata o filme?

É um filme sobre mulheres no momento atual, a juventude de agora. Já passamos algumas barreiras, chegamos em algum lugar, sabemos o que podemos, aprendemos o que é certo, o que é errado. A Bagdá tem 17 anos (nota do editor: Grace tem 22). Eu só ouvi falar de alguns direitos sociais que são tratados no filme depois dos 18, então o filme reflete uma juventude mais conhecedora do que a minha. Aí tem uma mãe solo que cria as filhas e aceita as diferenças entre elas, todos os personagens são mulheres fortes. A gente já cansou de ver chamarem uma menina pra falar de skate, chamar uma fotógrafa pra falar de fotografia. Enfim, uma geração que não quer mais migalhas, que já está na linha de frente.  O filme é sobre isso.

Como o skate se insere na trama?

O skate salva quando você está na periferia, une as pessoas de maneira orgânica, verdadeira. A Bagdá é skatista, encontra um grupo na Freguesia do Ó e forma laços de amizade. A gente ironiza a questão olímpica do skate, a Caru (diretora do filme) mudou muita coisa do roteiro adaptando-o à realidade do skate. Aí o skate entra como símbolo de resistência, de contracultura. Skate é pra causar barulho, não necessariamente algo que precisa ser bonito. O skate não é o foco do fllme, mas conta a história de pessoas que andam de skate.

Fala sobre o fato do trabalho ter chegado ao Festival de Berlim.

Quando acabei de gravar me disseram pra “esquecer”, porque o processo de montagem e edição seria demorado. A Caru foi pra Madrid editar o filme. Eu não estava tão ligada no mundo do cinema, mas fiquei muito feliz em ter feito parte disso, foi um trabalho que me iluminou de uma maneira absurda, fez eu acreditar novamente em tantas coisas que em algum ponto tinham sido apagadas, tomadas por outras responsabilidades na minha vida. Nem tenho noção do que representa estar nesse festival. Estamos vivendo um momento esquisito pra quem produz e consome e ama cultura, então acho muito importante um filme do Brasil que fala sobre mulher e periferia rodar o mundo inteiro.

O que mais a gente precisa saber sobre “Meu Nome é Bagdá”?

Que é feito por meninas e mulheres em todos os postos, não só pro cartaz ficar bonito. Tem diretora de fotografia, de arte, no transporte. A gente vai de bonde pra Berlin, e depois disso quero muito fazer uma premiére lá no skatepark da Freguesia do Ó. Minha história é como a da Bagdá, as amigas do filme são as da vida real, e aconteceu comigo exatamente como aconteceu no filme. Eu andava de skate sozinha, ou só com meninos, até a hora que encontrei um grupo de meninas skatistas. Decidi que é por aí que eu ia, e tudo aconteceu.

 

 

Agenda do Festival de Berlim:

A pré-estreia aconteceu dia 25/02, às 20h30 no Urania (abaixo outras datas).

Pré-estreia mundial – 70ª Festival Internacional de Cinema de Berlim – Berlinale / mostra Generation

sessões: datas, horários e locais

25.02(terça-feira), às 20h30, no Urania

26.02(quarta-feira), às 13h30, no CinemaxX 3

27.02(quinta-feira), às 20h00, no Cubix 8

29.02 (sábado),às 15h30, no Zoo Palats 1

(horário local de Berlim)

 

Meu Nome é Bagdá

(Brasil, 99 min, ficção, 2020)

com:

Grace Orsato (Bagdá)
Karina Buhr (Micheline)
Marie Maymone (Joseane)
Helena Luz (Bia)
Gilda Nomacce (Gladys)
Paulette Pink (Gilda)
Emílio Serrano (Emílio)
William Costa (Deco)
João Paulo Bienemann (Clever)
Nick Batista (Vanessa)

 

direção: Caru Alves de Souza
produção: Rafaella Costa e Caru Alves de Souza
produção executiva: Rafaella Costa
roteiro: Caru Alves de Souza e Josefina Trotta
(livremente inspirado no livro “Bagdá, o Skatista”, de Toni Brandão)
direção de fotografia: Camila Cornelsen
direção de arte: Marinês Mencio
montagem: Willem Dias, AMC
production designer: Marinês Mencio
direção de produção: Stella Rainer
supervisor de som e mixagem: Pedro Noizyman

uma produção Manjericão Filmes em coprodução com Tangerina Entretenimento

apoio
Tribeca Film Institute’s Latin America Fund
Programa Ibermedia para Desenvolvimento de Roteiro

 

website

YouTube

SOBRE A DIRETORA CARU ALVES DE SOUZA

Caru Alves de Souza é uma diretora, roteirista e produtora de São Paulo. Seu longa-metragem de estreia, “De Menor” (2013), teve a première mundial no 61º Festival de Cinema de San Sebastián (Espanha) e ganhou o prêmio de melhor filme no 15º Festival do Rio. O filme foi veiculado pela HBO Latin America e Canal Brasil.

Caru também dirigiu os curtas-metragens “Assunto de Família” (2011), que teve sua première mundial no FRAMELINE (San Francisco International LGBTQ+ Film Festival) e foi distribuído em DVD no Reino Unido pela Peccadillo Pictures, e “O Mundo de Ulim e Oilut” (2012), cuja estreia mundial ocorreu no Chicago International Children’s Film Festival.

A cineasta ainda assina 10 episódios da segunda temporada da série documental “Causando na Rua” para o canal CINEBRASiLTV, atualmente em veiculação, e dois documentários, “Mascarianas” e “Vestígios,” ambos para a TV Cultura.

SOBRE A PRODUTORA RAFAELLA COSTA

Rafaella Costa tem sua trajetória marcada pela produção de filmes e séries de sucesso para cinema e televisão.

Especializada em Film & Business pela FGV, é sócia da Manjericão Filmes e atua produzindo e coproduzindo projetos em parceria com produtoras brasileiras e internacionais.

É produtora dos longas-metragens “Meu Nome é Bagdá”, de Caru Alves de Souza, “La Fiesta Silenciosa” (parceria com Aramos Cine, da Argentina), de Diego Fried, “Sequestro Relâmpago” (coprodução com Tangerina Entretenimento e Globo Filmes), “Trago Comigo”, ambos dirigidos por Tata Amaral e também “De Menor” , primeiro longa de Caru Alves de Souza, vencedor de melhor filme no 15º Festival do Rio.

 

SOBRE O ELENCO

Grace Orsato (Bagdá) – Atriz, skatista, criadora de roupas recicláveis e, de alguma forma, artista plástica. Anda de skate há um ano, e já participa do Converse_x, movimento de jovens criativos ao redor do mundo. É uma das fundadoras do UNA.skate, projeto focado nas mulheres e pessoas LGBTQI+, visando a inclusão de todes e a possibilidade de andar de skate sem medo. Com a performance “RE-ciclos”, fez em 2019 uma junção de figurinos com uma loucura social de cunho polít ico no F estival Geléia (Festival de Música Independente na região do Vale do Paraíba, estado de São Paulo). Cria peças únicas geralmente a partir do lixo “Ruído Ocular”, uma fonte de material que nunca acaba, com a intenção de construir uma nova percepção sobre o que é considerado ‘bonito’. Estreou como protagonista no longa-metragem “Meu Nome é Bagdá”. Depois dessa experiência, fez uma oficina com o diretor Nilton Travesso, participou do núcleo de improvisação da Oficina Cultural Oswald Andrade (São Paulo), ministrado pela professora e bailarina premiada Zélia Monteiro, e atuou como Ina na série “Boca a Boca”, da Netflix.

Karina Buhr (Micheline) – Cantora, compositora, percussionista, artista plástica e atriz, Karina Buhr nasceu na Bahia em 1974 e iniciou na música em Pernambuco, em 1994, nos maracatus Piaba de Ouro e Estrela Brilhante. Em 1997 formou a banda Comadre Fulozinha, com a qual lançou três discos. Integrou o Teatro Oficina (São Paulo), de Zé Celso Martinez Corrêa, entre 2002 e 2007, com temporada no Volksbühne, em Berlim, em 2005. Em 2010 lançou o disco solo “Eu Menti pra Você” e foi eleita artista do ano pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA). Em 2011 lançou o álbum “Longe de Onde” e, em 2 014, fez turnê por Lisboa, Porto, Paris, Berlim, Madri, passando pelo tradicional Palau de la Música, em Barcelona. No 45º Festival Brasília do Cinema Brasileiro, ganhou o prêmio de melhor trilha sonora com o filme “Era uma vez eu, Verônica”, de Marcelo Gomes. Em 2015 lançou o álbum “Selvática”, o livro “Desperdiçando Rima” (Editora Rocco) e foi autora convidada da FLIP (Feira Literária Internacional de Paraty). Em 2016 participou do “Massa Revoltante”, pelo Goethe Institut São Paulo, junto com Grada Kilomba, Neo Muyanga, entre outros. Em 2018 fez a turnê Selvática em Portugal, no Festival Músicas do Mundo (Sines), Bairro Intendente em Festa (Lisboa), Valsa Valsa (Lisboa) e Casa da Música do Porto. Em 2019 lançou o disco “Desmanche” e ganhou o Womens Music Awards como melhor instrumentista.

Marie Maymone (Joseane) – Nascida na cidade de Santos (São Paulo) há 19 anos, a atriz está cursando o 2º ano de Fisioterapia. Fez três anos de teatro na  Escola de Teatro Tescom, de Santos. “Meu Nome é Bagdá” é seu primeiro trabalho.

Helena Luz (Bia) – A atriz, de 10 anos, começou a atuar com cinco anos idade em publicidade. Entre 2016 e 2017 atuou em telenovelas no SBT, uma das maiores redes de televisão do Brasil, e participou de inúmeros programas de auditório da emissora. Estreou nos cinemas no longa-metragem “O Doutrinador”, em 2018. “Meu Nome é Bagdá” é seu segundo filme. É apresentadora de um canal de Youtube.

William Costa (Deco) – Nativo do estado de Minas Gerais, o ator e cineasta se mudou com a família aos 12 anos para Samambaia, na região administrativa do Distrito Federal, próxima à cidade de Brasília. Lá, aprendeu a andar de skate e a amar cinema. Atualmente com 26 anos, já ganhou diversos prêmios por curtas-metragens independentes e atuou em produções da TV Globo e HBO, e no cinema em “Meu Nome é Bagdá”.

Gilda Nomacce (Gladys) – Com uma trajetória consolidada nos palcos e anos de estudos ao lado do diretor Antunes Filho, ingressa no cinema com a dupla de cineastas Juliana Rojas e Marco Dutra. Apostando em jovens talentos, Gilda constrói uma filmografia de personagens complexos, pouco óbvios e de grande presença cênica. Entre os diversos prêmios e indicações, melhor atriz coadjuvante do Festival de Brasília por “Trabalhar cansa”, melhor intérprete no Festival Mix Brasil por “M inha única terra é na Lua”, e concorreu ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de atriz por “As boas maneiras”. Gilda pode ser vista em importantes filmes do moderno horror brasileiro, em clássicos do cinema LGBTQI+ contemporâneo, em papéis cômicos e dramáticos.

Paulette Pink (Gilda) – Nascida em Taquaritinga, no estado de São Paulo, Paula Sabbatini há 49 anos – mulher transexual por trás da drag queen Paulette Pink – se formou em Educação Artística e deu aulas na Febem (antigo centro de detenção para adolescentes em conflito com a lei). Quando decidiu abandonar tudo e mergulhar de cabeça no seu sonho de ser a Barbie, tornou-se a ‘Drag da Família Brasileira’ através de seus telegramas animados e participou de programas de T V popul a res e campanhas publicitárias. Descobriu sua semelhança com a cantora Cher, e foi descoberta pela companhia de teatro alemã, Pulverfass Cabaret, onde trabalhou por algum tempo. Ganhou o prêmio Bibi Ferreira com o trabalho de visagismo para o musical “Forever Young”, se tornando a primeira mulher transexual a vencer nessa categoria. Atualmente canta no musical “Les Girls” com outras oito transexuais, além de fazer shows de stand-up comedy e fazer cerimônias em casamentos LGBTQI+s. “Meu nome é Bagdá” é seu primeiro trabalho no cinema.

Emílio Serrano (Emilio) – Nascido sob o signo de virgem em setembro de 1956, entrou para o teatro com “Pic-nic no Front”, de Fernando Arrabal, no qual dirigiu e criou a cenografia e os figurinos. Em seguida, com o grupo Soma, dirigiu e criou a cenografia e figurinos de peças como “O Casamento do Pequeno Burguês”, de Bertolt Brecht. Com a peça “A Cantora Careca”, de Eugène Ionesco, entrou em cena como ator. De 1982 a 1983 atuou e produziu no Teatro Oficina de São Paulo, um dos mai s impor t antes grupos teatrais do Brasil. Depois de uma pausa, voltou a atuar em 1992 em “Te Cuida Negão,” de Roberto Cezzaretti, no Espaço Mambembe. Desde então encenou diversas peças teatrais, como “O Noviço”, de Martins Pena, “A Farsa de Inês Pereira”, de Gil Vicente e “Vestido de Noiva” de Nelson Rodrigues. “Meu Nome é Bagdá” é seu primeiro trabalho no cinema.

João Paulo Bienemann (Clever) – Ator, diretor e pesquisador de teatro de 27 anos. Iniciou sua carreira aos oito anos no teatro, TV, publicidade e cinema. Aos 15 anos iniciou sua formação profissional e artística, integrando o CPT (Centro de Pesquisas Teatrais), coordenado pelo diretor Antunes Filho (1929 – 2019), importante dramaturgo brasileiro. Cursou a renomada escola de teatro EAD, na Universidade de São Paulo, e a Escola Livre de Teatro, tendo integrado o prestigioso grupo teatral Parlapatões. É cofundad or das companhias de teatro Cia.efêmera e Cia.Ester egg. Atualmente desenvolve pesquisa sobre dança e teatro no seu espaço “Caleidoscópio” em São Paulo.

Nick Batista (Vanessa) – A paulistana de 22 anos cresceu na Freguesia do Ó, bairro da cidade de São Paulo onde “Meu Nome é Bagdá” foi rodado. Anda de skate há seis anos, é fotógrafa e videomaker. “Meu Nome é Bagdá” é seu primeiro trabalho no cinema.

SOBRE A EQUIPE TÉCNICA

Camila Cornelsen (direção de fotografia)

Diretora de fotografia radicada em São Paulo, Camila Cornelsen cresceu influenciadapor seu pai, que é fotógrafo, e por sua mãe, que é produtora. Depois de trabalhar alguns anos com fotografia de moda e retratos, estudou cinema na London Film School e na Escuela de Cine Band à Part (Barcelona, Espanha). Dirigiu a fotografia dos longas-metragens “Amores Urbanos” (Vera Egipto, 2016) e “Meu Nome é Bagdá” (Caru Alves de Souza, 2020), além de documentários, videoclipes e uma série para a HBO a ser lançada em 2020.

Marinês Mencio (direção de arte)

Arquiteta e urbanista. Marinês Mencio iniciou seu trabalho no departamento de direção de arte e cenografia em emissoras como a TV Cultura e a Rede Globo. No cinema, colaborou na direção de arte de filmes e series, ao lado dos diretores Fernando Meirelles, Claudio Assis, Sergio Rezende, Luiz Villaça e Toni Venturi, entre outros. A partir de 2010, já como diretora de arte, trabalhou ao lado de cineastas como Afonso Poyart, Caru Alves de Souza, Carol Markowicz, Jeferson De, Marcus Baldini e Tata Amaral.

Willen Dias (montagem)

Nascido em Volta Redonda (RJ) em 1958, Willem fez o caminho inverso de Getúlio: deixou a História para cair na vida. Depois de quase dois anos frequentando as aulas do curso História da PUC, abandonou a graduação e passou a trabalhar como assistente de montagem. Paralelamente, montava os primeiros curtas-metragens.  Até que em 1996 montou seu primeiro longa-metragem, “Os Matadores” de Beto Brant. E já de cara, ganhou o Kikito de melhor montagem no Festival de Gramado. Não parou mais. Seu nome consta nos créditos de montagem de mais de 40 filmes brasileiros, entre eles: “Eu receberia…” de Beto Brant, “De Menor” de Caru Alves de Souza, “Mare Nostrum” Ricardo Elias, “O Trem de Sal e Açúcar” Lícinio Azevedo, entre outros.

SOBRE A PRODUTORA MANJERICÃO FILMES

Criada em 2007 por Rafaella Costa, a Manjericão Filmes trabalha com um seleto número de projetos junto com diretoras parceiras em produções e coproduções de sucesso.

Dentre seus principais projetos estão o longa “Meu Nome é Bagdá”, de Caru Alves de Souza que terá sua estréia mundial na Berlinale – Generation 14plus, “La Fiesta Silenciosa” (2020), de Diego Fried, uma coprodução com a Aramos Cine (Argentina), “Sequestro Relâmpago” (2018), uma parceria com Tangerina Entretenimento e Globo Filmes, os curtas-metragens “A Felicidade Delas” (2018), de Carol Rodrigues, vencedor de melhor filme nacional no VII Recifest, “Super Oldboy” (2016), de Eliane Coster, vencedor de melhor filme pelo júri popular no 44º Festival de Gramado e ainda os longas “Trago Comigo” (2016), dirigido por Tata Amaral e “De Menor” (2014), de Caru Alves de Souza, que teve sua estreia mundial no Festival de San Sebastian e foi ven cedor d o Festival do Rio em 2013.

Em 2017, estreou a série “Enquadro 5×5” nas TVs públicas, educativas, universitárias e comunitárias de todo o Brasil.

Atualmente esta em pré produção do longa metragem “Ainda” de Lillah Halla em parceria com Arissas e desenvolve projetos para cinema e televisão, como a série ficcional “DJ”, baseada no livro homônimo de Toni Brandão, contemplado no Edital ProAc Desenvolvimento de Séries do Estado de São Paulo – 2019 e os longas “Homem Mínimo”, de Renata Sette e “Corações Solitários”, de Caru Alves de Souza.